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Algumas das minhas Obras de Arte mais antigas.

O meu pombal, e alguns dos meus pombos.

domingo, 14 de junho de 2009

O JOGO DAS FÊMEAS

A espera
A pedido de alguns amigos que me contactam regularmente através das minhas caixas de e-mail, vou tentar responder ao tema bastante pertinente, que é a espera das fêmeas quando regressam das provas.
Uma das dúvidas mais frequentes por parte dos praticantes menos experientes no jogo das fêmeas, prende-se na dúvida da quantidade de machos ideal para esperarem por elas.
Pessoalmente possuo 40 ninhos no pombal central, e como tal, tenho um macho por cada ninho. Como voo com poucas fêmeas, cerca de 75, (50 a 55 adultas e as restantes borrachos), sobram poucas adultas para o nº de ninhos e machos respectivos.
Não acasalo nem permito posturas na pré-época. Por um lado não tenho tempo para isso, e por outro, como me tenho dado bem assim, não mudo.
Nos dias de chegada, o meu cunhado vai sempre soltar as fêmeas restantes que não foram encestadas para a prova, a uma distância de cerca de 50 a 70 Km. Emquanto isso, abro o pombal dos machos (esquerda), e conforme vão ocupando os ninhos vou-os fechando na sua metade respectiva.
Depois da chegada das fêmeas do treino, deixo-as arrulhar durante cerca de dez minutos e abro os ninhos. Ficam assim até cerca de meia hora antes da chegada prevista das que foram à prova, e retiro-as para a voliére.
Volto a fechar os machos na sua repartição do ninho, e tudo se repete com as Fêmeas que vão regressando da prova. Dez minutos de pois de chegarem as primeiras abro os ninhos, e, se a prova foi fácil, separo depois de regressar da colectividade ao fim da tarde. Se foi difícil, separo somente no dia seguinte.
Com este sistema elas mantém-se regulares durante toda a época, e normalmente nas provas de fundo mais longas de fim de época é quando sobem mais de rendimento, chegando a classificar uma média dez, e por vezes até mesmo mais, das quinze enviadas.
No final da época deixo criar um borracho por casal, e separo, como normalmente fazem todos os columbófilos.

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